Open/Close Menu Sinam Itu - Sistema Nacional de Atendimento Médico não é um Plano de Saúde. Trata-se de um projeto alternativo para atendimento à saúde da população brasileira, criado pela Associação Médica Brasileira. O princípio básico do sistema é o pagamento direto do usuário ao prestador de serviços, sem intermediários, em valores referenciados na Lista de Procedimentos Médicos da AMB (LPM) – Edição que estiver em vigor. Não há cobrança de mensalidade ou anuidade. Qualquer cidadão pode participar do SINAM , não havendo restrições por idade ou doenças pré-existentes. Ao se cadastrar no SINAM, o usuário recebe Cartões de Identificação, para si e para seus dependentes e adquire um Manual Informativo. Quando precisar de atendimento médico, basta escolher entre os prestadores de serviços cadastrados, o profissional de sua preferência, pagando no ato da consulta médica o valor referenciado na LPM da AMB para a consulta médica. Caso necessite de exames, basta consultar no Manual o laboratóri o ou clínica especializada de sua preferência, pagando a eles pelos exames, também de acordo com os valores previstos na LPM, cujos preços são menores que os praticados pelo atendimento particular. Além dos médicos, clínica am do outras categorias profissionais da área da saúde que são dentistas, psicólogos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos. Para estes profissionais o firmou protocolo com os respectivos órgãos de classe, no sentido da utilização de um referencial de honorários bem acessível. O SINAM proporciona interligação dentro do sistema, com diversas especialidades (clínicas, diagnose e terapia), segundo os mesmos princípios, facilitando o tratamento e diminuindo os custos. Em todo território nacional, o usuário do SINAM pode contar com ampla rede de serviços médicos especializados e de outras categorias profissionais. Portanto, quando viajar leve consigo o Cartão de Identificação do SINAM . Para saber quais os serviços médicos fora do seu estado de origem, ligue para a Central de Atendimento Sinam.
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Evidências de uma associação entre o colesterol total, as lipoproteínas de baixa e de alta densidade (LDL e HDL, respectivamente), os triglicérides e o câncer depróstata são conflitantes. Uma vez que o câncer de próstata e as dislipidemias afetam grandes proporções da sociedade ocidental, a compreensão destas associações tem importância fundamental para a saúde pública.

Foi realizada uma análise de coorte retrospectiva de 843 pacientes submetidos à prostatectomia radical que nunca tinham usado estatinas antes da cirurgia no banco de dados compartilhado Shared Equal Access Regional CancerHospital (SEARCH). Análises multivariáveis foram utilizadas para investigar a associação entre o colesterol total, LDL,HDL e triglicerídeos e o risco de recorrência bioquímica do câncer de próstata. Na análise secundária, foram exploradas essas associações em pacientes com dislipidemias, definidas de acordo com as diretrizes do National Cholesterol Education Program.

Os resultados mostraram que níveis séricos elevados de triglicérides foram associados ao maior risco derecorrência do câncer de próstata [taxa de risco para cada aumento de 10 mg/dl 1,03; intervalo de confiança de 95% (IC), 1,01-1,05], mas a associação entre o colesterol total, LDL e HDL e o risco de recorrência foram nulos. No entanto, entre os homens com dislipidemia, cada aumento de 10mg/dl nos níveis do colesterol total ou de HDL foi associado a um risco de recorrência 9% maior (taxa de risco 1,09, IC 95%, 1,01-1,17) e a uma redução do risco derecorrência de 39% (taxa de risco 0,61; IC 95%, 0,41-0,91), respectivamente.

Concluiu-se que elevados níveis séricos de triglicérides foram associados ao aumento do risco de recorrência docâncer de próstata. Colesterol total, LDL ou HDL não foram associados ao risco de recorrência entre todos os homens. No entanto, entre os homens com dislipidemia, níveis elevados de colesterol total e de HDL foram associados ao aumento e à diminuição do risco de recorrência, respectivamente.

Estes resultados, juntamente com a evidência de que o uso de estatinas está associado ao risco de recorrênciareduzido, sugerem que os níveis de lipídios devem ser explorados como um fator de risco modificável para arecorrência do câncer de próstata.

Fonte: Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, publicação online de 10 de outubro de 2014

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