Open/Close Menu Sinam Itu - Sistema Nacional de Atendimento Médico não é um Plano de Saúde. Trata-se de um projeto alternativo para atendimento à saúde da população brasileira, criado pela Associação Médica Brasileira. O princípio básico do sistema é o pagamento direto do usuário ao prestador de serviços, sem intermediários, em valores referenciados na Lista de Procedimentos Médicos da AMB (LPM) – Edição que estiver em vigor. Não há cobrança de mensalidade ou anuidade. Qualquer cidadão pode participar do SINAM , não havendo restrições por idade ou doenças pré-existentes. Ao se cadastrar no SINAM, o usuário recebe Cartões de Identificação, para si e para seus dependentes e adquire um Manual Informativo. Quando precisar de atendimento médico, basta escolher entre os prestadores de serviços cadastrados, o profissional de sua preferência, pagando no ato da consulta médica o valor referenciado na LPM da AMB para a consulta médica. Caso necessite de exames, basta consultar no Manual o laboratóri o ou clínica especializada de sua preferência, pagando a eles pelos exames, também de acordo com os valores previstos na LPM, cujos preços são menores que os praticados pelo atendimento particular. Além dos médicos, clínica am do outras categorias profissionais da área da saúde que são dentistas, psicólogos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos. Para estes profissionais o firmou protocolo com os respectivos órgãos de classe, no sentido da utilização de um referencial de honorários bem acessível. O SINAM proporciona interligação dentro do sistema, com diversas especialidades (clínicas, diagnose e terapia), segundo os mesmos princípios, facilitando o tratamento e diminuindo os custos. Em todo território nacional, o usuário do SINAM pode contar com ampla rede de serviços médicos especializados e de outras categorias profissionais. Portanto, quando viajar leve consigo o Cartão de Identificação do SINAM . Para saber quais os serviços médicos fora do seu estado de origem, ligue para a Central de Atendimento Sinam.
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A ingestão moderada de álcool tem sido associada a taxas mais baixas de doença cardiovascular e de morte entre indivíduos saudáveis. Não está claro se os pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) teriam benefícios de saúdesemelhantes se beberem álcool ou se esse comportamento pode ser prejudicial para a sua saúde.

Para saber sobre os possíveis benefícios à saúde e os riscos de iniciar a ingestão moderada de vinho em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) e se o tipo de vinho ingerido faz diferença, foi realizado um estudo, com publicação online pelo Annals of Internal Medicine, com 224 pacientes com DM2 bem controlados que não bebiam álcool antes de se matricular na pesquisa.

Os pacientes foram distribuídos aleatoriamente para beber 150 ml de vinho tinto, vinho branco ou água mineral, junto com o jantar, diariamente, por 2 anos, e a todos eles foram dadas instruções de uma dieta mediterrânea, sem restrição de calorias. Os pesquisadores realizaram testes genéticos que mostraram quão rapidamente os pacientes metabolizavam o álcool. Foram feitos vários exames de lipídios e de controle da glicemia, pressão arterial, testes de função hepática, uso de medicamentos e de outros sintomas em vários momentos durante o acompanhamento.

Comparado ao grupo da água, os pacientes no grupo de vinho tinto tiveram melhorias nos seus exames decolesterol. Em ambos os grupos de vinho, os pacientes que eram “metabolizadores lentos do álcool” (de acordo com os testes genéticos) mostraram mais melhorias em testes de controle da glicemia do que os “metabolizadores rápidos do álcool.” Em comparação com a água, o vinho não aumentou nem diminuiu a pressão arterial nem os resultados dos exames de função hepática.

Este não foi um ensaio “cego”, os pacientes sabiam a qual grupo eles foram atribuídos, o que constitui uma limitação do estudo. No entanto, este ensaio clínico mostrou que uma dieta saudável e a ingestão moderada de álcool no longo prazo, especialmente do vinho tinto, foram associados a um melhor controle dos lipídios e daglicose do que a ingestão de água e que eles não tinham efeitos prejudiciais significativos. Os testes genéticos podem ajudar a identificar pacientes com DM2 que poderiam se beneficiar clinicamente de beber quantidades moderadas de álcool.

Fonte: Annals of Internal Medicine, publicação online, de 13 de outubro de 2015

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